<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6271525</id><updated>2012-01-20T11:39:37.651Z</updated><title type='text'>Loucos ou iluminados...</title><subtitle type='html'>Um livro que comecei a escrever a algum tempo... talvez algum dia tenha fim...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://intelectual.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6271525/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://intelectual.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Pedro Vicente</name><uri>https://profiles.google.com/100348377099605979403</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-jVejFj1jAZg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/-VzzgDCkMiY/s512-c/photo.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>2</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6271525.post-107306165948648762</id><published>2004-01-02T16:40:00.000Z</published><updated>2004-01-02T22:13:06.000Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Só quando nos aproximamos do sitio me apercebi que havia sido a Marta a gritar... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Nome: Marta Simőes &lt;br /&gt;* Idade: 18&lt;br /&gt;* Caracteristicas: baixa, cabelos longos, olhos verdes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... ajoelhada a suportar o peso inerte da cabeça de um corpo estático, o Hugo n&amp;atilde;o havia tido tanta sorte, ou talvez azar o corpo dele estava furado por o que parciam ser centenas de minusculos vidros e ferros...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* * *&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6271525-107306165948648762?l=intelectual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6271525/posts/default/107306165948648762'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6271525/posts/default/107306165948648762'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://intelectual.blogspot.com/2004_01_01_archive.html#107306165948648762' title=''/><author><name>Pedro Vicente</name><uri>https://profiles.google.com/100348377099605979403</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-jVejFj1jAZg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/-VzzgDCkMiY/s512-c/photo.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6271525.post-107298712140011019</id><published>2004-01-01T19:58:00.000Z</published><updated>2004-01-02T16:39:18.946Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Loucos ou iluminados...&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E tudo começa...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acordei... pequenas gotas de água despertavam-me com um batimento constante e imparável... um monte de metal, inerte, bruto e inundado por corpos os quais pareciam nunca ter tido vida, era tudo completamente surreal que mais parecia um cenário de um filme de terror barato...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Está ai alguém? - Aproximava-se, lenta e tropegamente... - Por favor, alguém me responda...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma tentativa de resposta afigurou-se da minha boca, parecia mudo pelo cenário... por momentos havia deixado de viver, apenas sobrevivia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Estou aqui... - primeiro um pequeno ressoar das minhas cordas vocais, mudo, inaudí­vel, o qual ecoou mais pela minha mente que exactamente pelo sitio que estava, onde quer que fosse... finalmente voltei a ter consciéncia de que estava vivo... - Estou aqui!... Estou aqui!!! - cada vez mais convicto e audí­vel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;De repente surge uma cara familiar, fustigada pela viol&amp;ecirc;ncia do impacto e pelo choque do despertar, a Anabela nao parecia a Anabela que eu conhecia, as lágrimas lavavam-lhe a face suja e ensanguentada e confundiam-se com as gotas que parecia cair sem fim 'a vista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Nome: Anabela&lt;br /&gt;* Idade: 18&lt;br /&gt;* Visualmente: baixa, cabelo castanho, olhos castanhos &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Esta cara fez-me, também, despertar até ali tudo parecia um pesadelo, via agora naquele cenário a pura realidade... Tentei aperceber-me de como estava, fisicamente pelo menos, algumas escoriaçoes pelos braços eram o que podia ver. Tentei remover o que me parecia um banco que me impedia de me levantar e com a ajuda da Anabela consegui tira-la de cima de mim e finalmente levantar-me do ch&amp;atilde;o, húmido mas quente e mole. Embora um pouco atordoado levantei-me, sentia algumas dores agudas nas costas e pernas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Calma, estou aqui... - dizia tentando acalma-la ou talvez acalmar-me a mim mesmo... - Onde est&amp;atilde;o os outros?&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Naa...N&amp;atilde;oo... Morr.. - embora ela n&amp;atilde;o tivesse acabado a frase percebi o que estava a dizer... - Diz-me que nao estamos sozinhos...por favor!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao ouvir isto, por um instante perdi as forças e quase cai, ao mesmo tempo que me perguntei se estaria eu próprio a chorar, ou se era a chuva...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Lentamente comecei a observar o que na altura chamei na minha cabeça de 'carcaça de metal'... Mas ao contrário do que estava &amp;agrave; espera nao vi apenas um pedaço de metal, mas vários pedaços, torcidos e despedaçados que me pareciam negros, mas podia ser apenas a minha imaginaç&amp;atilde;o. No meio destes pedaços e por todo o lado um pouco via o que antes eram duas filas infindáveis de cadeiras que agora estavam espalhadas por todo o lado um pouco, junto com elas estavam vultos inertes molhados pela chuva, que comecei a reconhecer... percebia agora o choque dela...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Calma, nós vamos achar os outros, tens de te acalmar, achas que estas em condiçoes de ver o Sérgio? - Tentava de uma forma estúpida, mas a única que me conseguia lembrar, acalma-la e po-la consciente e fora daquele estado de choque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por enquanto mantinha pensamentos claros, era vital ajudar os que haviam sobrevivido...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Anabela, vamos procurar o Sérgio!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada passo que davamos fazia ecoa um som arrepiante, *crack*, nada o pode descrever... Comecei a vislumbrar a alguns metros de nós o Sérgio que eu sabia que devia estar perto pois estava sentado ao lado da Anabela antes de tudo aquilo, logo ao seu lado estava o Ivo. Rapidamente fiz um gesto para a Anabela parar e aproximei-me deles para verificar os sinais vitais de ambos, estavam vivos... e também a despertar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Nome: Sérgio Sousa&lt;br /&gt;* Idade: 18&lt;br /&gt;* Visualmente: Alto, cabelo curto (com gel)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Nome: Ivo Reis&lt;br /&gt;* Idade: 17&lt;br /&gt;* Apelido: Gorduxo&lt;br /&gt;* Visualmente: Cabelo farfalhudo, estatura média.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Anabela ele está vivo, anda cá ajuda-lo enquanto eu tento tirar estes ferros de cima do Jorge.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Ivo, 'tas bem gorduxo, 'tas-me a ouvir? - perguntei eu.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Já 'tive pior, tira-me estes ferros de cima.... acho que tenho um braço partido - respondeu ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vozes gélidas começaram-se a ouvir e rápidamente se impuseram sobre o forte bater das gotas de água no metal, na terra, e nas árvores muitas delas derrubadas &amp;agrave; nossa volta. O meu estado de espí­rito oscilava entre o nervosismo e a confus&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Como é que isto pode ter acontecido? Onde estao as cem pessoas que nos acompanhavam?! - perguntei eu inaudivelmente depois de ter ajudado o Ivo a por-se de pé, cuidadosamente de modo a n&amp;atilde;o lhe tocar no braço.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Sérgio e tu tens algum... - dizia eu mas fui interrompido por um estridente...&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- N&amp;atilde;ooooooooooooo..... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A voz vinha de trás de um dos montes de ferro bastante perto de nós, instantaneamente todos nós trocando um olhar dirigimo-nos ao que pensavamos ser o sitio de onde tinha originado aquele grito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6271525-107298712140011019?l=intelectual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6271525/posts/default/107298712140011019'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6271525/posts/default/107298712140011019'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://intelectual.blogspot.com/2004_01_01_archive.html#107298712140011019' title=''/><author><name>Pedro Vicente</name><uri>https://profiles.google.com/100348377099605979403</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-jVejFj1jAZg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/-VzzgDCkMiY/s512-c/photo.jpg'/></author></entry></feed>
